Tuesday, November 28, 2006
Fez-se história neste jogo, marcado pela inquestionavel supremacia da White Team. Um banho de bola memorável, que acabou com a desistência de uns tais de azuis que nada conseguiram fazer para superar,ou mesmo igualar a white fury.
P.S: Fica também aqui um pedido para que aprendam a jogar à bola que isto assim não tem piada.
Nunca este vídeo fez tanto Sentido..
Tuesday, November 14, 2006
Monday, November 13, 2006
Novo kit para o Beltro
Esta bota de biqueira de aço, permite não só mandar gandas bicos sem estragar o kit, com fazer pé em riste com toda a segurança, e ainda marcar ganda pausa.
Um àparte, detesto ter razão, mas...
"O lançamento de baliza é uma forma de recomeçar o jogo.
De um lançamento de baliza não pode ser marcado golo directamente.
Um lançamento de baliza será concedido quando:
• A bola, tocada em último lugar por um jogador da equipa atacante,
ultrapassar completamente a linha de baliza, quer seja rente ao solo ou
pelo ar, sem que um golo tenha sido marcado em conformidade com a Lei
11.
Execução
• Abola é lançada de um ponto qualquer da área de grande penalidade pelo
guarda-redes da equipa defensora.
• Os jogadores da equipa adversária devem encontrar-se fora da área de
grande penalidade até que a bola esteja em jogo.
• O guarda-redes não pode jogar a bola pela segunda vez até esta ser jogada
por outro jogador ou ter transposto a linha que divide a superfície de jogo
em duas partes iguais.
• Abola está em jogo quando for pontapeada directamente para fora da área
de grande penalidade."
E ainda para o teimoso do Júnior:
"Pontapé-livre directo
tocar o adversário antes da bola ao tentar ganhar a posse de bola;"
TOCAR, TOCAR, portanto, próximo jogo metes as patas nos bolsos ehehhe
Não resisto...
E quem disser o contrário tem sérios problemas de valores.
Thursday, November 02, 2006
Wednesday, November 01, 2006
A arte de foçar
É aquele que sente em si investido um qualquer poder divino, uma ordem teológica que lhe confere o poder e a argúcia necessária a prosecutar um determinado objectivo.
Meus amigos, em nome de todos os foços deste mundo, que insistem em procurar o Nirvana sem ajuda de ningúem, eu vos digo:
CEDI Á PRESSÃO DO PODER COLECTIVO E VOU, DORAVANTE, E COM A COMPANHIA PRECIOSA DO MEU AMIGO JOÃO COURINHA, SUBMETER-ME A NIVEL FUTEBOLISTICO AO PODER DO PASSE E DA DESMARCAÇÃO, CONCEITOS ATÉ AGORA DESCONHECIDOS PARA NÓS.
deixo aqui um breve exemplo
p.s.: imagem tirada do site www.specialolympics.org
Comentário incisivo
Concordo.
Quero aqui deixar apenas um pequeno anexo a esse comentário... A mente mais simples poderá entender a partir destas palavras que o jogo em equipa é uma espécie de "decisão" que a team blue terá de tomar... que passa por desejo, mais que por capacidade. Mas a verdade é muito diferente. A team Blue é tacticamente infantil e apresenta claras dificuldades na troca de bola, que não estão relacionadas com uma postura errada mas sim com as limitações na leitura de jogo causadas por uma actividade intelectual inferior à da média.
A team White passou bastante tempo a treinar exclusivamente as trocas de bola e desmarcações dentro de campo, tendo inclusivamente contratado um distribuidor de jogo semi-profissional no final da época passada. O fluxo futebolístico desta equipa fantástica é comparável a qualquer espectáculo coreografado de dança moderna, deixando lágrimas de alegria nos olhos dos espectadores mais sensíveis. Não está ao alcance de qualquer um...
Tenho dito.
Tuesday, October 31, 2006
Comunicado
Não me dou ao trabalho de reler o que escrevo, so what? É ilegível? É motivo para apenas referenciarem isso em vez de continuarem o argumentário?
Falem de coisas que interessam a mais pessoas, para além do Menino Jesus
and suck ma balls (não ia por isto perto do puto que não tem culpa nenhuma, alem disso é melhor jogar pelo seguro...)
Ass:

Monday, October 30, 2006
Previsão para Domingo
tou sem ideias para melhor... talvez mais logo :)
edit:
Esqueci-me de partilhar isto com vocês, chegou-me às mãos por um gajo que estudou no Externato da Luz esta fotografia do Camelo numa aula de educação fisica no relvado da Cidade Universitaria.
Pela cara de chateado dá para perceber que a fotografia foi tirada momentos após o professor o ter advertido por causa duma querela em torno duma possivel reposição de bola lateral mal efectuada.
Consta-se que Rui Camelo terá pegado na bola e dito várias asneiras, e corre o boato, que terá sido neste momento que descobriu a vocação para o seu tão conhecido Football Special Move.
Aguardamos, contudo, actualizações a esta pretensa notícia.
De dia jogador, à noite fadista.
Quem pensa que o único talento de brother nhunhez é fazer dribles e fintas inconsequentes, está muito enganado. Este eximio jogador/fadista tem o talento incontestável de cantar o bom velho fado à portuguesa como ninguém. Fala-se de uma relação estreita com Filipe La Feria e Nuno Guerreiro, eu não sei de nada...
Aqui vos deixo um pequeno excerto de mais uma noite inesquecível:
http://www.youtube.com/watch?v=r9iv-JieWF4
Extra, extra! Read all about it!

Jovem maratonista de 23 anos perde as hipóteses de estrelato após lesão crónica contraída a jogar futebol com amigos.
Miguel Simões, Bud para os amigos, foi cruelmente afastado dos jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, depois de ter sido cruelmente abalroado com uma joelhada violenta de Luís Fernandes, reconhecido internacionalmente pelas práticas anti-desportivas. Miguel Simões vai agora integrar a selecção portuguesa de paraolímpicos, juntando-se a cegos e pernetas na luta pela disputada medalha de ouro nos 3000 metros de gatas.
Os SPECIALS do pessoal da team blue!!!!!!
Eduardo Martins – Este jogador excepcional, cujas capacidades posicionais mantêm a coesão defensiva da blue team e previnem goleadas exageradas, tem o extraordinário special de passar despercebido em qualquer posição ofensiva do terreno (apesar dos seus assustadores 5m de altura). De facto, a partir do momento em que passa o meio campo mistura-se com o fundo de cimento das bancadas e torna-se indetectável até pelo olhar mais atento, mantendo-se isolado e em boa posição para facturar. O grande problema deste fantástico special é ser demasiado democrático, tornando-o invisivel até para os membros da sua própria equipa, que depois de cinco ou seis segundos à procura da vedeta decidem jogar entre eles (frequentemente mal, convém apontar).
Filipe Camelo – Este recém promovido sub-21 tem o hábito de pressionar insistentemente o botão do special sempre que se depara com um adversário pela frente, utilizando uma técnica ensinada pelo Couceiro e que vem sendo aperfeiçoada desde os tempos do Carlitos com a camisola do Gil Vicente... Entra imediatamente numa série de fintas e remoínhos intensos que baralham a defensiva adversária e aproxima-se lentamente de uma posição boa para marcar (isto quando o pé esquerdo não finta o pé direito...). No entanto, este special acaba por afectar o ouvido interno do jovem jogador e torna o remate final num chuto com direcção aleatória, podendo em casos extremos resultar em auto-golo.
João Courinha – Os dotes de retórica do mais culto e menos instruído jogador domingueiro contribuiram para a criação do seu special, sem dúvida o menos ortodoxo de todos os jogadores em campo. Este jogador consegue alterar as estatísticas oficiais a seu gosto, acabando frequentemente por convencer a opinião pública de ter marcado duas a três vezes os golos que efectivamente marcou durante a partida. Isto contribui para situações bizarras em que num resultado de 8-7 o jogador já marcou para cima de nove golos.
Miguel Simões – Durante uma partida de duas horas o nome deste jogador é proferido no máximo três ou quatro vezes. Desloca-se com pezinhos de lã e mantém-se totalmente alheado das jogadas e das discussões, apostando no “low profile” para sair ileso de investidas violentas da parte do adversário. No entanto, em momentos precisos que lhe afectam o sentido de justiça utiliza o seu special para incrementar instantaneamente os níveis pessoais de indignação, reagindo a insultos ligeiros como se fossem ofensas pessoais gravíssimas e merecedoras de uma colossal descasca. Este special é conhecido no mundo desportivo como “a técnica do psicopata aborrecido”, que troca o homicídio de jovens virgens por sermões intermináveis no messenger.
Nuno Luz – Habitualmente conhecido por Nunex, este excepcional brinca-na-areia entrou na blue team depois de uma rejeição no casting dos globe trotters, em que os avaliadores disseram que “conseguiu dar mais de 69 toques, mas não chegámos a sentir amor”. Depois de pôr em prática o seu enorme repertório de fintas que “quase que davam...” e de perder a posse de bola com dois companheiros de equipa em excelente posição para marcar, tem como hábito accionar o seu special, fortemente conotado com um género particular de esquizofrenia... Antes de dar a possibilidade de protesto aos seus colegas, entra numa série de auto-críticas violentas, como “Fuço do caraças” ou “Estúpido! Tão estúpido!”, e lá volta o Nunex para a defesa profundamente ofendido com o Nunes. Há quem o tenha visto (depois de ter fuçado escandalosamente) proferir o mais famoso desabafo: “Não volto a jogar com este gajo...”.
Jogo de 30 de Outubro de 2006
Quanto ao jogo nem cheiraram. (ponto final)
Quanto ao Beltro, axo muito bem terem-no dispensado porque não há gajo mais irritante para ter como adversário, quanto a mim, só fico a ganhar. Sim... eu sei... estão aí a pensar: "há e tal, mais irritante, então e brother nhunhez?". Quanto a isso respondo: Bom... um gajo pode ser simpático na hora da despedida, ou não?
É a primeira xicotada psicológica do ano, e haverá muitas mais se continuarem a (não) jogar assim.
Tenho dito,
Bulldozer, o MATADOR
Saudações azuis!
É também com profundo constrangimento que vejo um talento inato, como é o caso do nosso "Edu", se perder nas malhas da intriga e da falsidade.
Com muita sinceridade partilho aqui e agora, por vias cibernéticas qual William Gibson em Neuromancer, a minha pura consideração pelo Eduardo: és um amigo e um Bom amigo.
Por isso, antes de mais, queria pedir-te clamando que voltasses... o futebol na Junta de Benfica precisa de ti, és o nosso Lúcio, Andersson, Ronald Reagan.
P.S.: os Whites (e é a primeira vez que teço comentários negativos a este termo) jogam pessimamente e só ganharam porque nós, os Blues, o permitimos.
Fecho ainda esta monografia virtual, e em jeito de previsão, com uma promessa dum futebol arrebatador no próximo Domingo.
Aguardem-nos







